Para crianças com idade entre 12 e 18 anos, o uso da nimesulida deve ser feito com precaução e sob orientação médica. A frequência com que a nimesulida deve ser tomada também varia de acordo com a prescrição médica. Geralmente, a dose recomendada para adultos é de 100 mg, duas vezes ao dia, após as refeições. No início da década de 2000, o remédio foi alvo de preocupações após ter sido associado a casos de desenvolvimento de lesões hepáticas.
Como tomar nimesulida em gotas?
As concentrações plasmáticas, que podem ser alcançadas ao combinar Nimesulida com dosagem de 100 mg de Nimesulida por via oral, se mantêm como tomar nimesulida dentro da faixa terapêutica. Após uma única aplicação de 200 mg de Nimesulida, na forma gel, o maior nível plasmático encontrado foi de 9,77ng/mL, após 24 horas. Não foi detectado vestígio do metabólito principal, 4-hidroxinimesulida. Quando a Nimesulida gel é aplicada topicamente, as concentrações plasmáticas de Nimesulida são muito baixas em comparação com aquelas alcançadas após a administração oral.
Outros Medicamentos com a Mesma Finalidade
A eficácia e a tolerabilidade da Nimesulida na forma farmacêutica de supositório foram avaliadas em um estudo duplocego versus flurbiprofeno em patologias dor inflamatória de natureza obstétrico-ginecológica. Ambas as drogas foram rápidas e efetivas na analgesia e na atividade anti-inflamatória, combinadas com boa tolerabilidade. Especificamente, em relação ao componente dor, a Nimesulida demonstrou um efeito analgésico significativamente maior do que o flurbiprofeno nas primeiras duas horas de tratamento.
Pacientes com mais de 65 anos podem ser tratados com a menor dose efetiva, 100 mg duas vezes ao dia. Não existem estudos que avaliem comparativamente a farmacocinética da Nimesulida em idosos e indivíduos jovens. Por ser a eliminação do fármaco predominantemente renal, o produto deve ser administrado com cuidado em pacientes com prejuízo da função hepática ou renal. Em raras situações, nas quais ulcerações ou sangramentos gastrintestinais ocorrem em pacientes tratados com Nimesulida, o medicamento deve ser suspenso. Assim como com outros AINEs, sangramento gastrintestinal ou ulceração/perfuração podem ocorrer a qualquer tempo durante o tratamento, com ou sem sintomas de advertência ou história prévia de eventos gastrintestinais.
Embora a absorção sistêmica seja reduzida após a aplicação tópica de Nimesulida, a Nimesulida tem uma boa e rápida absorção pela pele. A quantidade de Nimesulida absorvida pela pele é proporcional ao tempo de contato e à área de aplicação, dependendo também da dose tópica total e da hidratação da pele. A Nimesulida é metabolizada no fígado e o seu principal metabólito, hidroxinimesulida, também é farmacologicamente ativo. Sua eliminação é predominantemente renal (65%), não dando origem a fenômenos de acúmulo mesmo após administrações repetidas. Sua meia-vida de eliminação é de 274,97 minutos para o gel a 2% (20 mg/g).
A tolerabilidade se mostrou satisfatória uma vez que somente duas pacientes reclamaram de epigastralgia leve. Em pacientes com clearance de creatinina de mL/min, não há necessidade de ajuste de dose. A dose mais recomendada corresponde a 100 mg, ou seja, um comprimido a ser tomado duas vezes ao dia.
Entre os anti-inflamatórios, a nimesulida é mais potente que o ácido acetilsalicílico (AAS). Por outro lado, não tem grande vantagem em relação ao diclofenaco e o ibuprofeno. Se houver necessidade de um anti-inflamatório para crianças, apenas um médico deve avaliar a situação e prescrever a opção mais adequada. O tempo médio estimado para início da ação terapêutica após a administração de Nimesulida é de 15 minutos para alívio da dor. Visto que com outros anti-inflamatórios não-esteroidais tópicos pode ocorrer sensação de queimação e excepcionalmente fotodermatite, deve-se prestar uma atenção especial após o tratamento com Nimesulida também. Os doentes devem ser orientados a evitar exposição direta à luz solar de modo a reduzir o risco de fotossensibilidade.
A escolha do medicamento deve ser feita pelo médico, que irá avaliar o quadro clínico do paciente e a necessidade do uso da nimesulida. Em caso de sintomas de lesão hepática, como dor abdominal, náuseas, vômitos, cansaço excessivo, falta de apetite e olhos amarelados, o uso da nimesulida deve ser interrompido imediatamente e o médico deve ser informado. É importante enfatizar que durante o tratamento com essa medicação, os pacientes não são permitidos a tomar outros anti-inflamatórios não-esteroidais, além de drogas consideravelmente hepatotóxicas, como as bebidas alcoólicas. Sendo assim, se atentar a interações medicamentosas é fundamental para evitar futuras surpresas. Por fim, analgésicos e antitérmicos são medicamentos essenciais para o alívio da dor e da febre, sintomas comuns a diversas condições de saúde, como gripes, resfriados, dores de cabeça, dores musculares, cólicas menstruais e outras. É necessário interromper o consumo de álcool no período de administração.
Quais os riscos da Nimesulida?
Contudo, é importante lembrar que o artigo não deve substituir uma devida orientação médica, mas sim servir de auxílio para uma melhor prevenção e cuidado com a saúde. Mesmo que estejam descritas em certas bulas do medicamento, maiores doses devem ser evitadas, visto que uma extensa quantidade é capaz de acarretar efeitos colaterais danosos. Além disso, um profissional de saúde deve ser consultado se não houver melhora do estado geral depois de uma semana de uso de anti-inflamatórios não esteroides.
Em caso de suspeita do efeito colateral de algum medicamento, especialmente se intenso ou persistente, é recomendado consultar um médico, idealmente aquele que o indicou. Além disso, nos casos mais sérios o ideal é procurar uma emergência para avaliação. A nimesulida pode causar sonolência em algumas pessoas, no entanto, este não é um efeito comum do medicamento. Caso se esteja sentindo muita sonolência é importante consultar o médico que receitou o uso de nimesulida. Caso os sintomas não melhorem em 5 dias, entre em contato com o seu médico.
Nimesulida suspensão (1,5 mg/kg, 3 vezes ao dia) ou xarope de paracetamol (10 mg/kg 4 vezes ao dia) foram administrados por via oral até febre ser debelada. A temperatura corporal foi registrada e local da dor e o desconforto geral avaliados. Três pacientes tratados com Nimesulida e 6 pacientes tratados com paracetamol se retiraram do estudo, por de eventos adversos. A Nimesulida foi tão eficaz como o paracetamol em reduzir a febre, dor local e desconforto geral em crianças com inflamação do trato respiratório superior. Raramente este medicamento tem sido associado com reações hepáticas sérias, incluindo casos fatais muito raros. Se você apresentar exames de função hepática (do fígado) anormais, deve descontinuar o tratamento.
A nimesulida é indicada para o tratamento de inflamações e dores agudas, como dores de cabeça, dores musculares e articulares, cólicas menstruais e dores de dente, entre outras. O medicamento age inibindo a produção de prostaglandinas, que são substâncias responsáveis pela inflamação e dor. Se você precisa de orientação médica para o uso da nimesulida ou busca alternativas mais seguras para tratar dores e inflamações, é fundamental contar com profissionais de saúde capacitados. Também há relatos de tontura, dor de cabeça e aumento da pressão arterial em alguns pacientes. Por isso, qualquer sintoma incomum deve ser comunicado imediatamente ao médico para avaliar a necessidade de interromper o uso. Nimesulida exerce um controle eficaz sobre os efeitos nocivos das oxidases produzidas pelos neutrófilos nos sítios de inflamação, permitindo o ajuste individual da dose e a redução da dose de anti-inflamatório que se administra por via oral.